terça-feira, 29 de setembro de 2009

Vergonha de ser brasileiro



O aspecto único do Holocausto, que o diferencia de horrores comparáveis como a escravidão, é que o extermínio do riquíssimo judaísmo europeu, berço de Einsteins, Kafkas e Freuds, foi executado pelo país mais culto da Europa pelo simples fato de os judeus serem judeus.

Eles não eram inimigos do Estado, não tinham exércitos, suas mortes não serviriam (prioritariamente) para o avanço econômico de seus perseguidores. Eram apenas de uma cultura/religião diferente e foram usados pela megalomania germano-hitlerista como a antítese do super-homem ariano, a ser eliminada do tecido alemão.

O sobrevivente do campo de extermínio de Auschwitz e prêmio Nobel da Paz Elie Wiesel, ao voltar à sua aldeia natal na Romênia, disse que a vida por lá continuava exatamente igual desde que deixara o lugar com a família, 40 anos antes, rumo à morte. A única diferença é que não havia mais judeus.

Quase 9 milhões de judeus viviam nos países europeus direta ou indiretamente sob controle alemão. Os nazistas conseguiram matar cerca de 6 milhões. Se os judeus não lembrarem seu Holocausto, ele certamente será esquecido.

Por isso embrulha o estômago ver o presidente Lula abraçar o presidente Mahmoud Ahmadinejad em Nova York poucos dias depois de o iraniano declarar que "o Holocausto é uma mentira".

O insulto de Ahmadinejad foi ainda mais doloroso por ocorrer às vésperas do Rosh Ashaná, o Ano Novo judaico, período de reflexão. Os grandes países ocidentais o deploraram. O Brasil se calou.

E logo depois ainda prestigiou o semi-pária num encontro de mais de uma hora na ONU, durante a Assembleia Geral da organização, para o mundo todo ver.

Lula e o Brasil estão no auge de sua projeção de poder. Estamos mudando de liga no jogo das nações. E nossa Chancelaria vende barato nosso cada vez mais importante apoio. O que o Irã dá em troca ao Brasil?

Antes de receber Ahmadinejad na cidade com a maior população judaica do mundo, Lula já havia sido o primeiro a apoiá-lo logo após a contestada eleição do iraniano. E ainda fez uma muito infeliz comparação dos conflitos entre oposicionistas e milícias armadas iranianas a uma rixa entre vascaínos e flamenguistas.

Tal rixa deixou dezenas de mortos e enfraqueceu um regime teocrático entre os mais repressores do mundo. Mas o Brasil de Lula foi o primeiro a estender sua mão para fortalecer o regime repressor de Teerã. E ainda receberá Ahmadinejad em visita em novembro.

O presidente brasileiro, genuinamente humanista, parece ter sido enrolado pelo anacrônico terceiro-mundismo que domina seus assessores e o Itamaraty. Ao ser questionado em Nova York sobre o negacionismo hediondo de Ahmadinejad em relação ao Holocausto, Lula respondeu:
"Isso não prejudica a relação do Estado brasileiro com o Irã porque isso não é um clube de amigos. Isso é uma relação do Estado brasileiro com o Estado iraniano."

A frase faria sentido se essa relação trouxesse benefícios ao Estado brasileiro proporcionais aos gestos de Lula. Mas ela só engrossa a lista de equívocos de sua diplomacia.

Já seria duro ver o Brasil tolerar a intolerância por recompensas mundanas. Tolerá-la por nada dá vergonha!

(*) Sérgio Malbergier, 42, é editor de Dinheiro da Folha. Foi editor de Mundo, correspondente em Londres e enviado especial a países como Iraque, Israel e Venezuela. Formado em cinema, pela ECA-USP, dirigiu dois curta-metragens: "A Árvore" e "Carô no Inferno"

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Seja intolerante


A intolerância religiosa tem de ser tão antiga quanto a própria ideia de religião, mas é duvidoso mérito dos cristãos (e a partir de agora uso a palavra na pior acepção do termo, e também a única) ter refinado o conceito associando a alternativa à escravidão, à tortura e à morte em larga escala. O cristianismo foi a primeira religião da história a ganhar verdadeiro peso cultural por meio da conversão ao contrário das pacíficas religiões anteriores, das quais restam algumas, e que preferiam apostar a eventual consagração no milenar e lentíssimo método de transmissão e reelaboração de pai para filho.

O cristianismo histórico foi, desde o início, exatamente como nos nossos dias, empreendimento de curto prazo, indústria de resultados. Jesus passou de ilustre desconhecido a único Deus do vertiginoso Império Romano em meros 300 anos menos que um piscar de olhos em termos históricos. Não é de estranhar que pelo menos metade dessa conversão nominal do mundo tenha sido adquirida na ponta da espada. A fim de salvar os incréus era necessário não tolerar a sacrílega religião deles: os cristãos entenderam o imediatismo do “Ide” e saíram pelo mundo fazendo inimigos, ostracizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Essa dupla paixão pelos resultados e paixão pela publicidade deixam claro que o cristianismo histórico não é o menos eloquente antecessor do convulsivo capitalismo contemporâneo.

Essa implacável visão de mundo, da expansão númerica e comercial como missão divina, determinou toda a história do ocidente, incluindo a sangrenta colonização das Américas. Em 1454, o Papa Nicolau V resume essa postura geral na sua Bula romanus pontifex, em que concede ao rei Afonso de Portugal (e a seu príncipe D. Henrique, que daria forma final à nau oceânica portuguesa e assim o pontapé inicial às Grandes Navegações), uma singela série de privilégios materiais associados à
sua pureza de coração:

“(…) concedemos ao dito rei Afonso a plena e livre faculdade, entre outras, de invadir, conquistar e subjugar quaisquer sarracenos e pagãos, inimigos de Cristo, suas terras e bens, a todos reduzir à servidão e tudo aplicar em utilidade própria e dos seus descendentes (…)”

Nenhuma manifestação do cristianismo institucional dos nossos dias difere, em qualquer sentido importante, da inclinação geral do parágrafo acima. Os filhos do Rei permanecem reclamando seus direitos, absolutamente convencidos da primazia da sua condição. Os religiosos cristãos chafurdam em seus merecimentos e oram descaradamente para extrair alguma prosperidade dos inimigos de Cristo ou reduzi-los à servidão o que for mais imediato ou der mais prazer (e é naturalmente graças aos cristãos que cremos que essas duas últimas coisas andam juntas).

Por alguma razão que Cristo não teria como entender, os que se consideram cristãos são os mesmos que se consideram religiosos. E, dentro da mesma lógica ignorante dos fatos, os que não se submetem à religião são considerados inimigos de Cristo. Talvez baste para você pensar e agir assim. Mas, se você quer ser, de fato, como Cristo, é absolutamente necessário dar o primeiro e louquíssimo passo na direção de Deus e para longe da religião. Porque Jesus, como deixam abundantemente claro os Evangelhos, promovia e aplicava consistentemente uma forma muito particular de intolerância religiosa: a intolerância contra os religiosos.

Paulo Brabo / Em 6 passos o que faria Jesus / Editora Garimpo

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Israelistas e Palestinos



Conta-se a história de dois irmãos que moravam em lados separados de uma montanha. Um era abençoado com esposa e filhos, mas era pobre; o outro era abençoado com riqueza, mas não tinha família.

Eles se tornaram sócios numa fazenda, e repartiam irmãmente a produção. Como se amavam, cada um sentia o sofrimento do outro. O irmão rico pensava: "Meu irmão tem uma família grande. Precisa ganhar mais que eu, e durante a noite movia secretamente parte de sua produção para o setor pertencente ao irmão. O irmão com família pensou: "Meu irmão é tão solitário, não tem ninguém que olhe por ele. Precisa mais do que eu, e secretamente deslocava parte de sua produção para o setor do irmão.

Cada qual ficou surpreso ao ver que, não importa de quanto abrisse mão, sua produção não diminuía. Sabendo que D’us age de maneiras misteriosas, não questionavam muito. Então certa vez, já tarde da noite, deram de encontro um com o outro no alto da montanha. Ambos estavam carregando parte da produção. Caíram nos braços um do outro e choraram. Foi neste local que nasceu Jerusalem.

Quando nosso messias voltar o deles virá! e o que hoje parece um sonho, os irmãos juntos, se tornará realidade.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Ariovaldo Ramos - Ipp - Brasília



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Visão 2009



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sábado, 19 de setembro de 2009

Cansei de ser evangélico



“…Porque eu não me envergonho do evangelho… mas, de ser evangélico” Romanos 1:16 (paráfrase do autor)

Hoje, após anos caminhando no meio do cristianismo e sendo tratado como “evangélico”; depois de sofrer com o descaso e com a sujeira que se instalou no meio religioso; diante da exploração imoral da fé e de pessoas; das decepções que acumulei nestes últimos tempos com a igreja, tomei uma decisão importante para a minha vida espiritual. Para tanto me debrucei sobre a Bíblia e criteriosamente analisei todos os fundamentos que definem o comportamento de alguém efetivamente comprometido com os ensinos de Jesus. Li com exaustão Atos dos Apóstolos para só depois tomar a decisão que achei a mais sensata diante do quadro que se instalou no meio religioso. Assim, deixei de ser mais um “evangélico” e decidi ser “cristão assumido”.

Você pode estar pensando que é tudo a mesma coisa, que não há qualquer diferença nas duas expressões, mas apesar de se assemelharem, definitivamente não há como serem associadas. Não da forma como pregam por aí nos transatlânticos da fé ancorados em quase todas as esquinas das cidades ou nos supermercados religiosos que vivem abarrotados de pessoas à procura de novidades. Aliás, vale salientar que os discípulos foram, em Antioquia, reconhecidos como “cristãos” e não como “evangélicos”. – Atos 11:26

Você pode estar me chamando de maluco ou desinformado; pode estar me considerando um herege; um rebelde frustrado, mas diga-me, quem são os “evangélicos” hoje? Que atributos credenciam alguém ao titulo de ser “evangélico”? Sugiro que você, antes de um prejulgamento contra a minha pessoa, faça uma lista contendo um nome de expressão no Brasil, no seu estado e em sua cidade, de alguém que você considera evangélico, pessoas que estejam ligadas à política, meio empresarial, educação, saúde ou órgão do governo.

Não vou exigir muito, estes me servirão como base para a minha tese. Vamos continuar o exercício, agora me diga, dos nomes que você listou, em qual desses setores você pode dizer com todas as palavras que “põe a mão no fogo” pelos indicados? Para qual dos escolhidos você seria capaz de ir aos tribunais defendê-lo na sua conduta como “evangélico”? Se a lista fosse minha, nenhum! E olha que não estou sendo radical, apenas sincero. É isto mesmo, a banalização do evangelho com práticas construídas sobre interesses denominacionais e não sob as ordenanças Divinas me dão sustentação suficiente para fundamentar os meus argumentos e a minha defesa. Cansei de ver raposa tomando conta de galinheiro.

Obviamente que existe ainda um grupo de pessoas com boas intenções, gente que de alguma forma busca viver o que prega, que ainda acreditam na propagação do evangelho como único instrumento capaz de satisfazer aos anseios do coração e da alma do homem. Louvo a Deus por estes que ainda resistem bravamente às investidas de satanás contra a igreja de Cristo e espero que não desistam de seus objetivos.

Já ao final de seu ministério, Charles Spurgeon* escreveu uma série de artigos intitulados “O Declínio” onde ele estava advertindo a igreja de seus dias, lá no passado, quanto ao fato de que o cristianismo estava em declínio e, o que era pior, o ímpeto de descida parecia estar vencendo todas as tentativas de conter esta decadência. Os líderes cristãos estavam se tornando mundanos, espiritualmente frios e tolerantes aos erros doutrinários. Isso acontecia em tal nível que Spurgeon tinha receios de que a igreja perderia completamente o seu testemunho. Infelizmente, a previsão de Spurgeon se tornou em realidade insofismável hoje.

Lamentavelmente o que vemos é muito mais gente que usa do titulo de “evangélico” para se esconder, para se auto-promoverem, para ganharem um bom dinheiro, contrariando com comportamentos condenáveis o que na verdade significa ser “evangélico”. O rotulo, mesmo falsificado, neste caso enseja confiança aos desavisados. Para onde foram os bons costumes? Onde está o senso de moral? O mundo encontra-se hoje numa situação vergonhosa e desesperadora, no entanto, os seus habitantes não têm vergonha do que fazem ou dizem e muitos encontraram na religião um lugar seguro para agirem sem serem incomodados.

Me envergonho do evangelho ao ligar a televisão e ver homens inescrupulosos negociando com a fé das pessoas; ao saber que na frente das telas da TV há muitos pobres evangélicos aprovando e até contribuindo com tudo que é mostrado ali; ao ver o comércio da fé sendo explorado livremente nas igrejas eletrônicas onde vende-se de tudo; ao ver a religião evangélica fazendo parcerias indissolúveis com o inimigo; ao ver líderes atrelados, andando de mãos dadas com o diabo na maior naturalidade. Me envergonho ao ver homens mudando a verdade de Deus em mentiras, honrando e servindo mais a criatura do que ao Criador; Quanto dinheiro jogado fora nas fossas podres da religiosidade permissiva, nociva à sociedade e à vida espiritual. Quanta vergonha! Vergonha acompanhada por um misto de indignação e revolta, pois mesmo com todo o meu protesto e o meu esforço, percebo que a coisa caminha para o retrocesso rumo a um abismo espiritual intransponível.

Me cansei de carregar na testa o rotulo de evangélico. São todos iguais, afirmam as pessoas, colocando todo mundo num mesmo patamar, misturando joio e trigo em um só saco. Justos e pecadores, sérios ou não, todos sem distinção estão, pelas palavras da sociedade comungando comportamentos religiosos semelhantes. Os “evangélicos” lamentavelmente são os que mais enganam, os que faltam com a honra da palavra, os que difamam, subjugam pessoas, envolvem-se em escândalos espreitam a derrota, inclusive, dos próprios “irmãos da igreja”; são os que mais se divorciam segundo dados, os que mais sabem apontar o indicador de condenação, os que matam o amor pregando o amor. Cansei-me dos chavões, dos sermões e palavras construídas sob encomenda, pois de nada adianta falar do amor de Deus enquanto pessoas, do lado de fora dos templos, estão sem entender o barulho que se faz lá dentro.

Do outro lado o que vemos, no entanto, são pessoas simples dividindo o pouco que têm, com seus semelhantes sem ter nenhuma denominação religiosa por trás, enquanto muita gente que diz ser “servo de Deus”, e até se orgulham disto, com tudo que precisam e mais alguma coisa; com todos os pressupostos de felicidade à disposição, gente de triunfo, de sucesso, que pouco ou nada fazem, mesmo tendo muito mais do que precisam para viverem uma vida tranqüila.

Ser “evangélico” está na moda, ser “cristão” não. O primeiro é bonito, é moderno, é diferente, é místico, é favorável e em alguns casos dá status. O segundo pelo contrário não atrai pelas exigências de fidelidade e comprometimento sincero com princípios que poucos estão dispostos a arcarem com o peso que eles colocam sobre os ombros. Basta só dar uma espiadinha na lista de artistas, de jogadores e de políticos que se declaram “evangélicos” todos os dias… Ter um destes no rol de freqüentadores da igreja pode render bons lucros. Quanta hipocrisia! Quanta enganação!

Por tudo que relatei acima tomei a decisão de abandonar a fachada de “evangélico” para ser apenas “cristão”. Decidi viver bem com Deus, sem, no entanto, fazer propósitos irracionais, sem viver na alienação dos temores, sem ser forçado à obediência a líderes que intimidam e não pregam o evangelho. Decidi ser mais espiritual, mais humano, mais emocional, mais racional, mais sensível. Decidi ainda a abandonar a religiosidade vazia fundamentada em formas e resolvi correr atrás de conteúdo, algo que preencha todos os vazios do meu coração e da minha alma. Quero ser cheio de compaixão, exprimir amor na sua profundidade e na sua extensão, quero entender o sofrimento alheio. Quero, simplesmente, ser “cristão”.

* – Charles Haddon Spurgeon, foi um pastor batista britânico, que morreu em 1892.

Autor: Carlos Roberto Martins de Souza
Fonte: [ Gospel Prime ]
Via: [ Bereianos ]

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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Corra! Corra!

Veja o video depois agente conversa.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Os televangelistas Vs Igreja



Inúmeros pastores têm compartilhado as suas preocupações com os ensinamentos ministrados por alguns dos tele-evangelistas. Há pouco, um pastor amigo me disse: “A gente dá um duro absurdo ensinando aos membros de nossas igrejas a sã doutrina para que esses lobos vorazes desconstruam tudo que ministramos, através de seus programas televisivos.”

Isto posto, afirmo sem a menor sombra de dúvidas que aquilo que a igreja ensina, os tele-evangelistas negam, senão vejamos:

1º - A igreja ensina que em Cristo o escrito de dívida que constava contra nós foi cancelado; já os tele-evangelistas ensinam que os crentes precisam se libertar das maldições hereditárias.

2º - A Igreja ensina que Jesus é o Senhor; os tele-evangelistas que Deus é o gênio da lâmpada mágica.

3º - A igreja ensina que as Escrituras nos bastam; já os tele-evangelistas de que o mais importante são as experiências.

4º - A igreja ensina que devemos orar segundo a vontade de Deus; os tele-evangelistas que devemos decretar a bênção.

5º - A igreja ensina que aqueles que buscam o reino de Deus, todas as coisas lhes serão acrescentadas; os tele-evangelistas de que em Cristo seremos ricos.

6º - A igreja ensina que Jesus Cristo é Deus; os tele-evangelistas de que ele é fonte de vitória.

7º - A igreja ensina sobre a trindade; os tele-evangelistas o unitarismo.

8 º -A igreja ensina sobre a mordomia cristã; os tele-evangelistas de como extorquir dinheiro do povo.

9º - A igreja ensina sobre um Deus soberano que governa sobre todas as coisas; os tele-evangelistas de que Deus pode ser surpreendido por catástrofes e tragédias.

10º - A igreja ensina que os nossos cultos devem ser cristocêntricos; os tele-evangelistas de que devem ser antropocêntricos.

11 º A igreja ensina que adorar a Deus é humilhar-se pedindo perdão pelos pecados; os tele-evangelistas de que adorar é saltar de alegria nos famigerados shows gospel.

12º - A igreja ensina de que não devemos perder tempo com o diabo; os tele-evangelistas de que devemos entrevistá-los.

13º - A igreja ensina a simplicidade do evangelho; os tele-evangelistas a zooteologia, onde cães, leões, águias e outros bichos mais se fazem presentes nas manifestações de louvor a Deus.

14º - A igreja ensina que os ritos sacrificiais e as festas judaicas foram abolidos definitivamente por Cristo na cruz do calvário; Os tele-evangelistas judaizaram a fé.

15º - A igreja ensina que o maligno não nos toca; os tele-evangelistas de que basta dar legalidade que o diabo faz um inferno na vida do crente.

16º - A igreja ensina sobre discipulado; os tele-evangelistas sobre coronelismo e cobertura espiritual.

17º - A igreja ensina que avivamento se faz presente através do choro e arrependimento; os tele-evangelistas que avivamento é barulho.

18º - A igreja ensina o perdão, os tele-evangelistas o ódio.

Pois é cara pálida, dias difíceis os nossos! Que Deus tenha misericórdia da sua grei!

Pense nisso!

Renato Vargens